Legislação de Trânsito

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Organização Nub

O trânsito prima, geralmente, pela organização, fluindo em faixas de tráfego numa direção particular, com cruzamentos e sinais de trânsito. O trânsito pode ser separado em classes: motorizado, não-motorizado (bicicletas, carroças e Pedestre). Classes diferentes podem compartilhar limites de velocidade e direitos, ou podem ser segregadas. Alguns países têm leis de trânsito muito detalhadas e complexas enquanto outros confiam no bom senso dos motoristas e na boa vontade deles em cooperar, evidenciando o bom desenvolvimento da educação para o trânsito.

Fonte: http://www.wikipedia.org/

A desorganização no transito, pode aumentar o tempo de viagem e acidentes, e consequentemente aumenta congestionamentos e conflitos entre motoristas.

Em vias particularmente movimentadas, uma desordem secundária pode persistir num fenômeno conhecido como "ondas de tráfego". Um colapso total da organização pode resultar num engarrafamento de trânsito.

Simulações do tráfego organizado frequentemente envolvem a teoria das filas, processos estocásticos e equações de Física Matemática aplicados ao fluxo de tráfego.

Regras da estrada são as práticas e procedimentos gerais que os utilizadores das estradas seguem, especialmente motoristas e ciclistas. Elas governam as interações entre veículos distintos e pedestres.

Segundo pesquisas preexistentes, cerca de 66% da população mundial dirige à esquerda, e 34% dirige à direita. Já em outras pesquisas, tendo como base o comprimento das auto-estradas, cerca de 31% possuem fluxo à direita.

Sinal para pedestres

Os limites de velocidades dependem de vários aspectos com respeito as condições das estradas e os principais são,a visibilidade,a aderência (piso asfáltico) e a compensação de inclinação nas curvas e são estabelecidos por especialistas em engenharia rodoviária que dependem da ancoragem do manto asfáltico para veículos anormalmente pesados, aos quais é comum reservarem um sub-limite como margem de segurança.

Quanto mais alta for a velocidade ou o peso de um veículo, mais comprometedora torna-se a frenagem. Em consequência, muitos países do mundo limitam a velocidade máxima permitida para evitar as colisões ou erosão (deslizamento da pista).

 

 

 

Vias expressas e vias de trânsito rápido 

Em grandes metrópoles, mover-se de uma parte a outra da cidade através de ruas e avenidas comuns pode demandar tempo considerável, visto que a velocidade do tráfego é frequentemente reduzida por passagens de nível, áreas de manobra exíguas, pistas estreitas e falta de um limite de velocidade mínimo. Por isso, tem se tornado prática comum em grandes cidades a construção de vias expressas ou vias de trânsito rápido, as quais são vias com acesso limitado e que se estendem por grandes distâncias sem quaisquer entroncamentos.

A palavra via expressa e via de trânsito rápido têm significados variados em diferentes jurisdições; todavia, existem dois tipos diferentes de vias usadas para prover acesso de alta velocidade através de áreas urbanas:

  • via de trânsito rápido é uma estrada de rodagem divididas em múltiplas pistas com acesso totalmente controlado e sem interseções em nível (ou seja, sem pontos de parada). Algumas vias de trânsito rápido são denominadas vias expressas ou pedagiadas, dependendo do costume local. O acesso às vias de trânsito rápido é totalmente controlado; a entrada e a saída da via somente é permitida em alguns pontos específicos.
  • via expressa é geralmente uma grande avenida multi-pistas (como a Avenida Brasil, no Rio de Janeiro), com algumas passagens de nível (embora usualmente apenas nos locais onde há interseção com outras vias expressas ou arteriais).

Trânsito não controlado

Também chamado de trânsito livre, ocorre na ausência ou insuficiência das marcas viárias e semáforos, geralmente esse tipo ainda hoje é encontrado em estradas mal pavimentadas ou em regiões sem estradas, como grandes áreas de estacionamento, postos de gasolina, nos desertos e estradas lamacentas, que tornam impraticáveis a padronização pretendida em código e adotada pelos técnicos de trânsito, os quais são dependentes das facilidades do meio urbano.

Nesse caso, se a estrada for larga, os motoristas tendem naturalmente a manter o veículo no lado apropriado ditado pela posição do volante, se a via é estreita só o fazem no momento da aproximação. Em áreas abertas como nos desertos, podem os motoristas ultrapassarem uns aos outros livremente desde que sejam respeitados os critérios mínimos de preferência que são os mesmos aplicados nas leis marítimas.

Em algumas situações (como na confluência de centros comerciais) a via determinada (preferencial) nos cruzamentos é a mais movimentada, nesse caso a via dominante flui normalmente até que ocorra uma interrupção desse fluxo, momento no qual automaticamente se inverte a dominância a outra via onde os veículos aguardavam em fila flui. No cruzamento de vias perpendiculares (que se cruzam), um engarrafamento de trânsito só ocorre se não for respeitada a preferencial prevista nas leis de trânsito (tanto marítimas como terrestres).

Sistemas de transporte inteligentes

Os Sistemas de Transporte Inteligentes, constituem-se num conjunto de hardware, software e operadores que permitem um melhor monitoramento e controle de tráfego a fim de otimizar o fluxo de veículos. Como a quilometragem rodada pelos veículos continua a aumentar dramaticamente ano após ano, e a quilometragem de vias construídas não cresce no mesmo passo, isto tem levado ao incremento dos congestionamentos de trânsito. Como uma solução efetiva rumo à otimização do tráfego, o ITS apresenta uma série de tecnologias para reduzir os congestionamentos pelo monitoramento do fluxo de tráfego através do uso de sensores e câmeras remotas, e em consequência redirecionar o tráfego via VMS (Variable Message Boards ou quadros de mensagens variáveis), rádio HAR (Highway Advisory Radio) e outros sistemas. Em acréscimo, a rede de auto-estradas (particularmente naquelas pedagiadas) têm sido crescentemente equipadas com infraestrutura adicional de comunicações e controle para permitir que o pessoal de controle de tráfego monitore condições meteorológicas e tenha condições de enviar equipes de socorro antes que a situação na via se deteriore por conta das más condições do tempo. No Brasil, na década de 60, a Rede Ferroviária Nacional manteve por alguns anos um sistema ferroviário de transporte de veículos na rota Rio e São Paulo muito seguro, tratava-se de vagões abertos que serviam de plataforma para o transporte de dois ou mais caminhões carregados, uma só locomotiva era suficiente para puxar 100 vagões o que permitia cobrir os 400 km sem desgaste físico o motorista e ajudante. Atualmente, o avanço dessas tecnologias já se sente nos trens de alta velocidade na França onde a tendência será transformar os motorneiros numa espécie de ascensoristas de elevador tirando-lhes todos os comandos e como já acontece também com o sistema metropolitano de trens subterrâneos.

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